É tarde aqui dentro do Angelim 65.
E eu sou tão óbvia, sou tão dada, sou tão clara e é tão estranho distanciar por isso.
O meu mistério não consiste no que escondo propositalmente.
O meu mistério é ter peito aberto, a alma firme, o tom forte e a sensibilidade como essência, como combustível, como definição.
Não sou mulher sexo frágil.
Peço perdões pelo ontem e nunca faço igual.
Sou mulher de sexo forte, senso, intuição e pouca razão.
Sou mais ser que humana.
Sou mais de Lua, mas não imprevisível.
Sou sistêmica e meu caminho torto segue vozes do divino, do meu destino.
Sou uma latina no Hemisfério Norte.
Uma andarilha que rodopia e que dança atrás de um porto.
Um alguém que cumpre o certo, que segue uma regra, que muda o conceito, que se acostuma com paisagens e pessoas.
Sou nada, tão nada que posso buscar a tudo, absorver e absolver tudo.
Falo palavras reais sobre mim e mesmo falando plano, cartesiano espero que o mundo me ouça claramente.
Quanto a você espero não assustar pela clareza do que quero ou do que sinto, espero que não me veja como diferente, mas como explícita.
E sendo óbvio para você também, só me caberá os seus braços.
Pedra Branca do Amapari, 16 de julho de 2008, 3h05
E eu sou tão óbvia, sou tão dada, sou tão clara e é tão estranho distanciar por isso.
O meu mistério não consiste no que escondo propositalmente.
O meu mistério é ter peito aberto, a alma firme, o tom forte e a sensibilidade como essência, como combustível, como definição.
Não sou mulher sexo frágil.
Peço perdões pelo ontem e nunca faço igual.
Sou mulher de sexo forte, senso, intuição e pouca razão.
Sou mais ser que humana.
Sou mais de Lua, mas não imprevisível.
Sou sistêmica e meu caminho torto segue vozes do divino, do meu destino.
Sou uma latina no Hemisfério Norte.
Uma andarilha que rodopia e que dança atrás de um porto.
Um alguém que cumpre o certo, que segue uma regra, que muda o conceito, que se acostuma com paisagens e pessoas.
Sou nada, tão nada que posso buscar a tudo, absorver e absolver tudo.
Falo palavras reais sobre mim e mesmo falando plano, cartesiano espero que o mundo me ouça claramente.
Quanto a você espero não assustar pela clareza do que quero ou do que sinto, espero que não me veja como diferente, mas como explícita.
E sendo óbvio para você também, só me caberá os seus braços.
Pedra Branca do Amapari, 16 de julho de 2008, 3h05
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