Ele partiu.
O menino prodígio, partiu.
Levou consigo Billie Jean.
Deixou o trono vazio.
Abandonou os súditos.
Calou sua voz.
E nosso coro, nosso cantar.
Cessou sua dança.
E nossos passos, nossa performance de liberdade.
Parou seu coração.
E os nossos.
Foi-se o POP.
O ícone.
O diferente,
Polêmico.
Único.
Deixou o estilo.
A certeza de que temos uma missão.
O entendimento que somos pequenos.
A prova de que a vida é curta.
Uma saudade cortante.
Adeus, Michael.
Junho 2009
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